1.o Colocado "LONGEVIDADE HISTÓRIAS DE VIDA BRADESCO SEGUROS" 2012

Pe. Fábio de Melo falando sobre a diferença entre "ser amado" e "ser útil"

8 de agosto de 2015 comente


Só nos ama, só vai ficar até o fim, aquele que depois da nossa utilidade, descobrir o nosso significado.

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Viajar com Demência por Silvia Masc

24 de julho de 2015 comente

Se uma pessoa tem Alzheimer ou outras demências, isso não significa que ele ou ela não pode mais participar de atividades significativas, tais como viagens, mas requer planejamento para garantir segurança e diversão para todos. Fazer uma viagem curta para ver amigos e família, é importante considerar as dificuldades e benefícios da viagem para uma pessoa com demência. Nos estágios iniciais da demência, a pessoa pode ainda desfrutar de viajar. Conforme a doença progride, as viagens podem se tornar muito complicadas. 

Levar em conta, habilidades, segurança e preferências da pessoa com demência, qual é o melhor modo de viajar?

Considere o seguinte:
Vá com a opção que oferece mais conforto e menos ansiedade.
Viagens para destinos conhecidos que envolvam poucas mudanças na rotina diária. Tente visitar lugares que eram familiares antes do início da demência.
Tenha em mente que pode chegar um momento em que viajar é muito desorientador ou estressante para a pessoa com demência, de preferência, hospedar-se na casa de um familiar

Dicas para uma viagem segura
Mudanças no ambiente podem desencadear desorientação. Mesmo para uma pessoa nos estágios iniciais, novos ambientes pode ser mais difícil de se orientar. Mantenha a pessoa segura tomando precauções:
  • Ter uma mala de mão com você em todos os momentos, que inclui medicamentos, seu itinerário de viagem, uma mudança de roupa confortável, água, lanches e atividades.
  • Embalar os medicamentos necessários, informações médicas, uma lista de contatos de emergência e fotocópias de importantes documentos legais.
  • Crie um itinerário que inclui detalhes sobre cada destino. Uma cópia aos contatos de emergência em casa. Mantenha uma cópia de seu itinerário com você em todos os momentos.
  • Se você vai ficar em um hotel, informar a equipe à frente do tempo de suas necessidades específicas para que eles possam estar preparados para ajudá-lo.
  • Viajar durante o  dia que é melhor para a pessoa com demência.
Documentos para levar com você quando viajar
  • Nomes de médicos e informações de contato
  • Uma lista de medicamentos atuais e dosagens
  • Uma lista de alergias alimentares ou de medicamentos
  • Cópias de documentos
  • Nomes e informações de contato de amigos e familiares para ligar em caso de emergência
  • Informações sobre seguros Saúde (Convênio)


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QUEM SOMOS NÓS DIANTE DA GRANDEZA DO UNIVERSO? por Silvia Masc

21 de julho de 2015 comente


Ao observar essa imagem, me veio a mente uma situação vivida por mim recentemente em um hospital.

Fui fazer uns exames de rotina e fui mal atendida pela garota da recepção, que achava que eu tinha obrigação de saber a localização no hospital dos andares aonde faria os exames.

(parte do diálogo)

-” Senhora, tipo assim eu não posso estar indo com a senhora, a senhora ‘tem’ que saber aonde é”. (isso dito em um volume absurdo em um guichê).


Eu sorrindo disse – Solange (li no crachá) é a primeira vez que venho aqui, não conheço o hospital, você não precisa me acompanhar, pode me dar um mapa, ou me indicar aonde é.

Nem vou reproduzir o restante, mas o fato é que ela entrou em uma sala e não mais voltou, as pessoas que estavam lá aguardando, foram solícitas e me explicaram aonde eram os andares dos exames.

Observei também um péssimo atendimento por parte de um segurança na maneira tratar principalmente com as pessoas mais humildes.

Hoje, estive na Receita Federal para pegar um documento, depois de tudo preenchido, o funcionário me disse: - O seu documento só seria expedido amanhã, mas a senhora foi tão educada, que vai sair daqui com ele prontinho. Recebi um bônus por ter agido de forma normal, estranho isso não? 

Confesso que me defendo bem nessas situações, se nada for muito grave, dou um sorriso e relaxo, quando não, exijo ser bem tratada, se não resolver saio do salto, e ainda reclamo na ouvidoria ou órgão equivalente do local, informando o nome do funcionário que assim procedeu.

O que me fez refletir é algo que observo há algum tempo, o guarda de segurança, que deve ser terceirizado, mal treinado, ganhando mal e destratando pessoas carentes como ele.

Naquele episódio horroroso ocorrido aqui em São Paulo, quando um assaltante atirou e matou uma criança boliviana, ao ler sobre o assunto, fui informada de que os patrões dessas famílias, pasmem, são outros bolivianos que também já foram submetidos no passado ao mesmo regime de semiescravidão e hoje fazem os mesmos com seus compatriotas.

Para que isso? Somos todos formiguinhas diante da grandeza universo, qual a razão de alguns se sentirem formigões?

Alguém sabe a resposta?
Obrigada por me "ouvirem".

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Protegendo os pacientes de Alzheimer de ferir a si mesmo

19 de julho de 2015 comente
–  Feche o gás após o uso, ou esconda os botões do fogão para a pessoa não possa ligar os queimadores. Abaixe a temperatura dos aquecedores de água.


– Designar uma gaveta especial de itens que a pessoa possa com segurança “mexer, arrumar” quando estiver com vontade.
 Retirar ou impedir o acesso à




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Perdoar a si mesmo como um cuidador, e aliviar a raiva, por Silvia Masc

15 de junho de 2015 comente
 A semana passa, servi de sobremesa para minha mãe, uma porção bem pequena de cherimóia uma fruta que ela gosta muito, porém essa fruta não é indicada para diabéticos por ter um altíssimo teor de açúcar. Servi e coloquei a metade da fruta que não era pequena na extremidade da mesa. Em poucos instantes que me ausentei, ela pegou o prato e comeu essa metade inteirinha. Vocês não fazem ideia da raiva que fiquei de mim mesma, e mais raiva ainda quando no final da tarde a glicemia dela estava em mais de 300.

Fiquei lamentando o meu descuido e culpa quando meu pai disse:- “Para, lembre-se que você é humana”, me acalmei e me perdoei.
Quando posto sobre DA, alguns comentários externam muita raiva, a semana passada me surpreendi com três citações de pessoas que diziam “Tenho ódio dessa doença”, o que me levou à  esse texto que escrevi o ano passado. 

A raiva é uma emoção real, normal e esperado em cuidadores. Há um tema predominante - a raiva é desencadeada em cuidadores quando há falta de validação e apoio de membros da família. Como resultado, a raiva é mais exasperado por não ter tempo para si mesmo.

Cuidadores enfrentam uma série de desafios quando um ente querido desenvolve a doença de Alzheimer (AD) ou um distúrbio relacionado, incluindo lidar com suas próprias emoções e stress. Cuidar de uma pessoa com deficiência de memória pode uma tarefa extenuante

É comum sentir raiva contra o que você está cuidando. Às vezes, a raiva pode ser um sintoma do medo a maioria dos cuidadores vive esse sentimento. Você está perdendo o seu ente querido. No entanto, sentir raiva não é o problema real. como cuidadores você tem direito de senti-la. O problema surge por não saber o que fazer ou como aliviar a raiva.

A devastação desta doença desencadeia sentimentos fortes em todos, incluindo todas as emoções que são consideradas negativas como raiva e medo, porque são naturais, dada a situação. É natural pensar que você está perdendo. "

Para encontrar algum alívio, é essencial para a primeira distinção entre o que é possível mudar o que está dentro do seu poder mudar. Quando a raiva aumentar por tentarmos mudar uma circunstância incontrolável, a maneira mais fácil de encontrar alguma calma pode ser o de parar de tentar tão intensamente e fazer coisas diferentes.

Quando resistimos, ficamos presos em nossa raiva. Não quero dizer que você não possa trabalhar ativamente para melhorar as coisas por pedir a ajuda de membros da família, significa que você pode fazer as pazes com a forma como as coisas são hoje. Essa escolha é uma forma de manter a sua raiva sob controle e é uma forma de auto-cuidado.
 Muitas vezes é o nosso pensamento (e não a situação real) que causa raiva e nos impede de ver as coisas objetivamente. Esta última análise, limita a nossa capacidade de encontrar uma maneira melhor de lidar com ela.

Pergunte a si mesmo quando você começa a sentir-se oprimido ou zangado:
  • Qual a causa real da minha raiva?
  • Eu realmente preciso estar preocupado ou preciso mesmo me preocupar com isso?
  • Quais são as consequências se eu ignorar isso?
  • Isso é algo que deve ser feito agora?
  • Por que eu estou me preocupando esta expectativa de alguém ou é a minha?
  • Tenho uma solução boa agora?
Lembre-se, você tem direito de sentir raiva. Perdoar a si mesmo quando as coisas dão errado, e acreditar que o que você está fazendo o melhor possível.
"Você não vai ser punido por sua raiva, você será punido por sua raiva" - Buddha

"Você não será punido por sua raiva, você será punido por sua raiva" - Buddha


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Cuidadores de Alzheimer – por Silvia Masc

11 de junho de 2015 comente
Em nossas interações do dia-a-dia, raramente expressamos nossos segredos, todas as nossas emoções verdadeiras, ou deixamos que as pessoas vejam a nossa vida real - por razões compreensíveis.

Mas isso acontece aqui nesse blog, recentemente, alguém comentou "Eu não posso deixar o portão aberto, porque a minha mãe foge" - muitos de vocês corajosamente admitem possuir e compartilham pensamentos, desejos, inseguranças, dor, vergonha, vulnerabilidade, medo, sonhos e muito mais.

Como um cuidador de alguém com demência, a maioria de nós teremos muitas dessas emoções e podemos ter pensamentos negativos que nos consomem. Então, a questão são os nossos medos, dor e outras emoções. 
A pergunta mais importante é: Como agimos através destas emoções de uma maneira honesta para que eles não venham nos paralisar, nos quebrar ou mudar quem realmente somos?

A nossa forma de transformar as nossas inseguranças, tristeza e outras emoções difíceis é admitindo e compartilhando que eles existem. Isto é o que tem acontecido aqui. Quando nós nos abrimos e revelamos o medo e a dor, ou as situações em que nos sentimos falhos ou imperfeitos, um pedaço desse sofrimento sai da nossa vida e a porta se abre para a esperança, alegria e alívio se instalarem.

Quando compartilhamos, algo de extraordinário acontece, passamos  segurança aos outros para retribuir e compartilhar suas próprias histórias de luta. Recuperamos  o que é importante em nossas vidas - para ser uma parte da (imperfeita) família humana.

Eu vejo aqui, um lugar onde podemos aprender com os outros, ensinar,  ao mesmo tempo em que aprendemos mais sobre nós mesmos.
Sintam-se entre amigos que compartilham da mesma causa, de proteger, acolher amar e principalmente cuidar de quem está fragilizado.

abraços
Silvia Masc

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Comunicação com um portador de Alzheimer - por Silvia Masc

9 de junho de 2015 comente
A doença de Alzheimer apresenta muitos desafios, e comunicação é um grande problema.
Tente estas dicas para aliviar a frustração e melhorar a comunicação.
Cuidadora de Alzheimer
Como a doença de Alzheimer corrói lentamente habilidades de comunicação verbal, palavras e expressões usadas pelo seu ente querido portador de DA pode fazer pouco ou nenhum sentido para você. Por sua vez, o seu ente querido pode ter problemas para entender o que você diz. Os mal-entendidos resultantes podem alterar os ânimos de ambos, tornando a comunicação ainda mais difícil.
O que esperar
A doença de Alzheimer o cérebro, o que torna difícil encontrar as palavras certas e compreender o que os outros estão dizendo. incorretamente pode substituir uma palavra por outra ou inventar uma palavra completamente nova para descrever um objeto familiar. Ele ou ela pode apresentar o comportamento de um disco riscado - e repetindo a mesma palavra ou pergunta mais e mais.

Uma pessoa que vive com a doença de Alzheimer ainda pode:
  • Perder sua linha de pensamento
  • · Lutar para organizar palavras logicamente
  • · Precisar de mais tempo para entender o que você está dizendo
  • · Maldizer ou usar linguagem ofensiva


O que você pode fazer para ajudar
Apesar dos desafios, você pode se comunicar de forma eficaz com um ente querido que tem Alzheimer. Considere estas dicas:
·         Fale claramente. Apresente-se. Falar de uma forma clara e direta.
·         Mostrar respeito. Evite conversa no diminutivo, como "boa menina", “bom menino” . Não assuma que seu ente querido não consigo entender você, e não fale sobre seu ente querido, como se ele ou ela não estivesse presente .
·         Fique presente. Mantenha contato visual com o seu ente querido, ele vai saber que você está ouvindo e tentando entender.
·         Evite distrações. A comunicação pode ser difícil -, Se não impossível  com TV ou rádio ligados.
·         Linguagem simples. Use frases curtas e palavras simples. Conforme a doença progride, sim ou não pode funcionar melhor. Faça apenas uma pergunta de cada vez
·         Não interrompa. Pode levar mais tempo do que você espera para o seu ente querido possa processar e responder. Evite criticar, apressando-se ou corrigindo-o.
·         Use pistas visuais. Às vezes, gestos ou outros sinais visuais promovem uma melhor compreensão do que palavras. Ao invés de simplesmente perguntar se a pessoa precisa  usar o banheiro, por exemplo, leve-o ao banheiro e aponte para ele.
·         Não discuta. O raciocínio do seu ente querido e julgamento irão diminuir ao longo do tempo. Para poupar raiva e agitação, não discuta nunca.
·         Mantenha a calma. Mesmo quando você está frustrado, mantenha a sua voz suave. Seus sinais não verbais, incluindo o tom de sua voz, podem enviar uma mensagem mais clara do que o que você realmente diz.
Comunicando-se com o seu ente querido pode ser um desafio, especialmente quando a doença progride. Lembre-se, no entanto, seu ente querido não está agindo dessa maneira de propósito. Não tome isso como algo pessoal. Use paciência e compreensão para ajudá-lo sentir-se seguro e protegido.

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