1.o Colocado "LONGEVIDADE HISTÓRIAS DE VIDA BRADESCO SEGUROS" 2012

Cuidadores de Alzheimer – por Silvia Masc

21 de setembro de 2014 comente
Em nossas interações do dia-a-dia, raramente expressamos nossos segredos, todas as nossas emoções verdadeiras, ou deixamos que as pessoas vejam a nossa vida real - por razões compreensíveis.

Mas isso acontece aqui nesse blog, recentemente, alguém comentou "Eu não posso deixar o portão aberto, porque a minha mãe foge" - muitos de vocês corajosamente admitem possuir e compartilham pensamentos, desejos, inseguranças, dor, vergonha, vulnerabilidade, medo, sonhos e muito mais.

Como um cuidador de alguém com demência, a maioria de nós teremos muitas dessas emoções e podemos ter pensamentos negativos que nos consomem. Então, a questão são os nossos medos, dor e outras emoções. 
A pergunta mais importante é: Como agimos através destas emoções de uma maneira honesta para que eles não venham nos paralisar, nos quebrar ou mudar quem realmente somos?

A nossa forma de transformar as nossas inseguranças, tristeza e outras emoções difíceis é admitindo e compartilhando que eles existem. Isto é o que tem acontecido aqui. Quando nós nos abrimos e revelamos o medo e a dor, ou as situações em que nos sentimos falhos ou imperfeitos, um pedaço desse sofrimento sai da nossa vida e a porta se abre para a esperança, alegria e alívio se instalarem.

Quando compartilhamos, algo de extraordinário acontece, passamos  segurança aos outros para retribuir e compartilhar suas próprias histórias de luta. Recuperamos  o que é importante em nossas vidas - para ser uma parte da (imperfeita) família humana.

Eu vejo aqui, um lugar onde podemos aprender com os outros, ensinar,  ao mesmo tempo em que aprendemos mais sobre nós mesmos.
Sintam-se entre amigos que compartilham da mesma causa, de proteger, acolher amar e principalmente cuidar de quem está fragilizado.

abraços
Silvia Masc

Sinta-se em casa e deixe seu comentário.

DIABETES PODE AUMENTAR RISCO DE ALZHEIMER EM 50%.

comente
DIABETES PODE AUMENTAR RISCO DE ALZHEIMER EM 50%.

Por outro lado, estilo de vida saudável ajuda a diminuir chances da doença. Conclusão é de organização internacional dedicada a estudar o tema
Alzheimer: deixar de fumar e controlar o diabetes e a pressão arterial pode reduzir chances da doença, segundo organização (Thinkstock/VEJA)
O diabetes pode aumentar o risco de Alzheimer e outros tipos de demência em até 50%. Além disso, tabagismo e a pressão alta são outros fatores que estão associados a tais condições. É o que aponta um relatório anual divulgado pela Alzheimer’s Disease International (ADI), organização internacional que reúne associações atuantes no tema.
O informe, lançado nesta quarta-feira por ocasião do Dia Mundial do Alzheimer, celebrado no próximo domingo, ressalta a importância do controle dos fatores de risco evitáveis, geralmente associados aos hábitos de vida. Segundo o documento, controlar o diabetes e a pressão arterial, assim como fazer com que fumantes abandonem o cigarro, por exemplo, pode ajudar a diminuir o risco de demência.
Existem duas formas de explicar a conexão entre diabetes e Alzheimer, segundo Lilian Schafirovits Morillo, coordenadora do ambulatório de demência moderada do Hospital das Clínicas da USP. "A frente direta é que existem receptores de glicose e insulina em áreas do cérebro responsáveis pela memória. O excesso de glicose e de insulina, decorrente do diabetes, pode danificar essas regiões do cérebro", diz. "De forma indireta, podemos dizer que o diabetes, a hipertensão, a obesidade, o sedentarismo e o cigarro afetam as artérias do cérebro, o que piora um quadro de neurodegeneração."
Conhecimento — Apesar da importância do controle desses fatores de risco, os números apresentados no relatório mostram que a maioria da população não conhece a relação entre o Alzheimer e essas doenças. Apenas um quarto das pessoas associa a obesidade a um risco aumentado de demência. Já a relação entre atividade física e a redução do desenvolvimento do Alzheimer só é reconhecida por 23% das pessoas.
O controle do diabetes, hipertensão e outros fatores de risco é apontado pelo relatório e por especialistas como estratégia bem-sucedida dos países ricos na prevenção do Alzheimer. Segundo o documento, há evidências de que a incidência de demência parece estar caindo nos países mais desenvolvidos, enquanto sobe nos países de média e baixa renda, como o Brasil.
Para o conselheiro da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia Rubens de Fraga Júnior, isso acontece porque os países menos desenvolvidos não têm estrutura eficaz no controle das doenças crônicas que atuam como fatores de risco para o Alzheimer. "Essa relação entre os dois problemas deve nortear as políticas públicas. Assim como os países ricos já fazem, temos de focar a prevenção do Alzheimer no controle dos fatores de risco evitáveis."


Fonte: REVISTA VEJA DESSE FINAL DE SEMANA PÁGINA 105

Sinta-se em casa e deixe seu comentário.

Diagnóstico de Alzheimer, contar ou não contar?

13 de setembro de 2014 comente
O código de Ética Médica afirma em seu capítulo V, artigo 34, que é vedado ao médico "deixar de informar ao paciente o diagnóstico, o prognóstico, os riscos e os objetivos do tratamento, SALVO QUANDO A COMUNICAÇÃO DIRETA POSSA LHE PROVOCAR DANO, devendo, nesse caso, fazer  a comunicação a seu representante legal".

Receber o diagnóstico de demência causa um intenso impacto na vida de pacientes e familiares. Os principais motivos referem-se à impossibilidade de cura e à progressão dos sintomas. A perspectiva de mudança na vida pessoal e das pessoas que cercam o paciente é de tamanha magnitude que torna receber a notícia da doença uma situação muito difícil de aceitar. São comuns reações emocionais negativas envolvendo impotência, medo e raiva além de um profundo sentimento de injustiça.

A falta de informações sobre a doença e as possibilidades de tratamento alimentam crenças distorcidas com base em estereótipos que, geralmente, assustam, por associar, erroneamente, a Doença de Alzheimer ao fim das relações. Considerar o diagnóstico pode ser tão temerário que algumas famílias negam os sintomas. É frequente que a demora na identificação da doença aconteça pelo receio de enfrentamento das mudanças. O atraso no diagnóstico pode gerar culpa nos familiares, por não terem oferecido tratamento previamente.

Participar do processo de degeneração cognitiva geradora de incapacitação confronta o familiar-cuidador com o medo em relação ao futuro do paciente e de si mesmo. Assistir ao seu familiar perder gradativamente sua identidade gera intenso sofrimento e impotência, e o relacionamento com o paciente passa a ser um confronto com múltiplas e cumulativas perdas que precisam ser constantemente adaptadas.

Aceitar a nova realidade será um processo construído aos poucos a partir do convívio com a nova situação e das adaptações graduais que serão realizadas. Aos poucos, aceitando o processo de adoecimento e enfrentando o dia a dia, os sintomas e obstáculos, muitas alternativas são vislumbradas e novos relacionamentos estabelecidos. Além de um tempo de adaptação, os familiares-cuidadores precisam de informação, reflexão sobre escolhas e decisões e apoio emocional e social. Bem amparados, eles aprenderão a conviver com a doença e com a pessoa com Alzheimer com qualidade e serenidade.

Em 1996, Holroyd* entrevistou pessoas idosas, moradoras em casa de repouso, e apuraram que 79,5% gostariam de ser comunicadas em um hipotético diagnóstico de doença de Alzheimer e 65% gostariam que seus cônjuges também fossem avisados. As causas justificadas foram: planejamento com antecedência à fase terminal, opção de uma segunda opinião, planejamento financeiro, resolver problemas de família, viajar ou tirar férias e até mesmo considerar suicídio (mínima porcentagem). A conclusão a que chegaram no estudo é que o diagnóstico deve ser contado, porém levando-se em conta aspectos clínicos e éticos de forma individualizada

REVELAÇÃO DO DIAGNÓSTICO

Revelar, ou não, ao paciente sobre o seu diagnóstico de Doença de Alzheimer (DA) é uma decisão que cabe à família. Os profissionais de saúde que assistem o paciente poderão discutir e auxiliar nessa decisão.

O tema da revelação diagnóstica ao paciente de DA nem sempre é discutido, mas mostra-se uma reflexão essencial para a família ponderar sobre as vantagens e as desvantagens envolvidas e, assim, tomar a decisão mais adequada para sua situação. Vale destacar que cada família tem um contexto particular e, por isso, cada caso tem que ser pensado individualmente. Além disso, os pacientes, ao longo da vida e no momento do diagnóstico, dão importantes dicas de como reagiriam à notícia do diagnóstico, o que deve ser levado em conta na decisão.

O principal motivo pelo qual as famílias optam por não revelar o diagnóstico é visando a preservar o paciente da realidade de perdas que a doença implica. Em outras palavras, famílias costumam ser contrárias à revelação do diagnóstico de DA ao paciente para evitar consequências emocionais negativas, como por exemplo, reações depressivas. Tais reações de fato podem acontecer, principalmente quando o paciente ainda está com a crítica preservada e, portanto, consegue entender sobre sua situação e as repercussões negativas da doença.

Devido ao comprometimento cognitivo é essencial que, caso a família opte por contar ao paciente sobre seu diagnóstico, a revelação seja feita no estágio inicial da doença para favorecer a compreensão e o registro dessa informação. A família tem que ter o cuidado de explicar ao paciente sobre sua condição em linguagem simples, para garantir o entendimento, e, também, repetir a informação do diagnóstico no dia a dia, visando ao registro e aproveitamento do dado. Assim, outra desvantagem à revelação é o fato de que não é garantido que a compreensão do paciente sobre sua condição aconteça.

Após a reação inicial negativa da notícia do diagnóstico, os pacientes informados sobre a sua condição tendem a aceitar a doença e se colocarem em uma posição de enfrentamento do processo de adoecimento, contribuindo para uma melhor adesão ao tratamento. Há a tendência à percepção e ao reconhecimento das dificuldades e à maior aceitação de cuidados e regras envolvendo proteção e redução de riscos. Quando o paciente sabe sobre a doença, ele pode participar antecipadamente e em conjunto com a família de decisões e preparação do futuro de maneira compartilhada.

Fonte
* Holroyd et al. ]to know or not to know: ethical issues related to early diagnosis fo Alzheiemr's disease. Int. J Alz Disease BMJ. 1997;314:321.
** ABRAZ
Sinta-se em casa e deixe seu comentário.

O que é HPB?

6 de setembro de 2014 comente

A Hiperplasia Prostática Benigna (HPB), condição que causa problemas com a passagem da urina, costuma afetar dois em cada cinco homens acima dos 50 anos, e três a cada quatro com mais de 70 anos.

A próstata cresce vagarosamente à medida que o homem envelhece. Em alguns casos, a próstata pressiona o canal pelo qual passa a urina (uretra). Quando isso acontece, torna-se difícil a passagem da urina. Pode ocorrer que o jato de urina fique muito fraco ou que o homem sinta dificuldade em esvaziar a bexiga. Entretanto, esses sintomas podem também ser causados por outros problemas, como infecção urinária e outros problemas da próstata. Se você sentir qualquer um dos sintomas descritos acima, não hesite: procure um urologista para descobrir o que está causando o problema.

A Hiperplasia Prostática Benigna (HPB) não é um tipo de câncer e não aumenta o risco de que o paciente desenvolva um câncer.

Como diagnosticar a HPB?

A partir dos 40 anos de idade, é recomendado que o homem marque uma consulta com um médico urologista. É por volta dessa idade que começam a aparecer os sintomas relacionados aos problemas de saúde masculinos. O urologista deve ser procurado sempre que houver qualquer tipo de dúvida.

O toque retal é um exame extremamente importante tanto para constatar a presença da HPB como para descartar a hipótese de câncer de próstata. Durante o exame, o médico pode avaliar o tamanho e a consistência da próstata, além de descobrir nódulos que podem ser indício de câncer de próstata.

O exame de sangue é complementar ao exame físico realizado pelo urologista. Neste exame é dosada uma substância presente no sangue denominada Antígeno Prostático Específico (PSA), que aumenta em casos de HPB e câncer de próstata. Porém, o fato do nível de PSA estar elevado não indica obrigatoriamente que o homem tenha câncer de próstata ou HPB, sendo necessária pesquisa adequadamente direcionada pelo médico.

É importante ressaltar que o PSA, apesar de ser um exame importante, não descarta a necessidade do exame do toque retal. A melhor forma de diagnosticar tanto o HPB quanto o câncer de próstata é por meio dos dois exames realizados juntos. Portanto, procure um urologista para melhores informações sobre sua saúde.

Há modos de prevenir a HPB?

A HPB está intimamente relacionada com a idade do homem. Mas muitos estudos já revelaram a relação de outros fatores com o desenvolvimento dessa doença.

Sabe-se, por exemplo, que com o consumo de gorduras saturadas e zinco aumentam as chances de um paciente possuir uma HPB sintomática. O consumo de frutas tem efeito contrário. Outros fatores também são citados como relacionados ao desenvolvimento da HPB: valores altos de PSA, doença cardiovascular prévia, obesidade e diabetes. Um estudo chegou até mesmo a identificar que a história familiar de câncer de bexiga pode aumentar as chances de o paciente desenvolver a HPB.

Dessa forma, todos os estudos mostram que além da idade, o cuidado com a alimentação é de grande importância na prevenção da HPB. Não somente a HPB seria evitada com uma boa alimentação, mas também diversas outras doenças, como a hipertensão e o infarto do coração.

Qual é o tratamento?

O tratamento depende do grau de intensidade dos sintomas, de quanto eles afetam as atividades do dia a dia e da qualidade de vida. Em caso de sintomas brandos, pode não ser necessário nenhum tratamento específico. O médico fará o acompanhamento do paciente e conversará a respeito de algumas mudanças simples no estilo de vida que ajudarão a diminuir os sintomas. Por exemplo, o médico pode informar-se a respeito dos líquidos que o paciente ingere e recomendar a redução no consumo de álcool e de bebidas que contenham cafeína, como o café e o chá. Essas bebidas pioram os sintomas.

Se os sintomas estão piorando rapidamente e causando problemas, converse com o seu urologista a respeito das opções de tratamento.

Fonte: portal Programa Saúde Fácil

Sinta-se em casa e deixe seu comentário.

Cuide da sua pele no inverno.

3 de setembro de 2014 comente
O frio traz muitas coisas boas: sopinha, vinhozinho, edredom e aconchego. Infelizmente, como tudo que é bom na vida, também traz desvantagens ­– e o ressecamento é uma delas. Você começa a sentir na pele (literalmente) a queda de temperatura: coceira, aspereza, aspecto esbranquiçado e craquelado e doenças como dermatite atópica e psoríase.

Além de áspera, a pele seca fica sem elasticidade e irritada, refletindo mal a luz e, por isso, aparentando não ter viço. O problema piora drasticamente no inverno. Se você mora ou trabalha num ambiente com ar-condicionado, também sofre disso – eu sou uma que anda se entupindo de hidratante… :(

Sem o tratamento adequado, a pele seca pode sofrer graves descamações e até mesmo fissuras. 

Por outro lado – olha o puxão de orelha –, não adianta sair usando produtos de beleza com agentes de limpeza agressivos. Alguns cuidados com a pele seca no inverno são essenciais. Veja abaixo:
saude-cuidados-pele-coceira

Beba cerca de 2 litros de água por dia. A capacidade que as células do corpo têm de reter líquido diminui à medida que você envelhece, agravando o problema de ressecamento da pele.

Não tome banhos quentes demorados. Sei como é tentador fazer isso no frio, ainda mais de manhã, mas a água quente pode desidratar a pele. Se você sentir frio antes do banho, faça um alongamento ou outro tipo de exercício para aquecer o corpo.

Se você tiver aquecedor, diminua o termostato. A pele tende a apresentar coceiras quando você está quente.
Por Midori Faria 

Sinta-se em casa e deixe seu comentário.

GUIA ALIMENTAR PARA A POPULAÇÃO BRASILEIRA

2 de setembro de 2014 comente

Para quem é preocupado com a saúde, sabe que ela não está em farmácias, mas sim na maneira que nos alimentamos, o GUIA ALIMENTAR PARA A POPULAÇÃO BRASILEIRA, traz informações muito interessantes e úteis sobre esse assunto, vocês podem baixar GRATUITAMENTE o manual clicando no link abaixo.
http://189.28.128.100/nutricao/docs/geral/guia_alimentar_conteudo.pdf
Sinta-se em casa e deixe seu comentário.

Vacinas na fase adulta

28 de agosto de 2014 comente
Você sabia que adultos também precisam tomar vacina? Isso porque estamos suscetíveis a infecções por vírus e bactérias em todas as fases da vida.

As doenças crônicas que se manifestam nos adultos são forte indicadores de que o indivíduo precisa se vacinar.

Confira algumas vacinas que merecem atenção:

Vacina contra difteria e tétano
A difteria é causada por uma bactéria, que é contraída pelo contato com secreções de pessoas infectadas. Ela afeta o sistema respiratório, causa febres e dores de cabeça. Em casos graves, pode evoluir para uma inflamação no coração.

A toxina da bactéria causadora do tétano compromete os músculos e leva a espasmos involuntários. A musculatura respiratória é uma das mais comprometidas pelo tétano. Se a doença não for tratada precocemente, pode haver uma parada respiratória devido ao comprometimento do diafragma, músculo responsável por boa parte da respiração, levando a morte. Ferir o pé com prego enferrujado que está no chão é uma das formas mais conhecidas do contágio do tétano.

A primeira parte da vacinação é feita em três doses, com intervalo de dois meses. Geralmente, essas três doses são tomadas na infância. Então confira a sua carteira de vacinação para certificar-se se a vacinação está em ordem. Depois delas, o reforço deve ser feito a cada dez anos para que a imunização continue eficaz. É nesse momento que os adultos cometem um erro, deixando a vacina de lado.


Vacina Tríplice-viral para sarampo, caxumba e rubéola
Causado por um vírus, o sarampo é caracterizado por manchas vermelhas no corpo. A transmissão ocorre por via respiratória. De acordo com dados do Ministério da Saúde, a mortalidade entre crianças saudáveis é mínima, ficando abaixo de 0,2% dos casos. Nos adultos, essa doença é pouco observada, mas como a forma de contágio é simples, os adultos devem ser imunizados para proteger as crianças com quem convivem.

Conhecida por deixar o pescoço inchado, a caxumba também tem transmissão por via respiratória. Mesmo que seja mais comum em crianças, a caxumba apresenta casos mais graves em adultos, podendo causar meningite, encefalite, surdez, inflamação nos testículos ou dos ovários, e mais raramente no pâncreas.

Já a rubéola é caracterizada pelo aumento dos gânglios do pescoço e por manchas avermelhadas na pele, sendo mais perigosa para gestantes. O vírus pode levar à síndrome da rubéola congênita, que prejudica a formação do bebê nos três primeiros meses de gravidez. A síndrome causa surdez, má-formação cardíaca, catarata e atraso no desenvolvimento.

O adulto deve tomar a tríplice-viral se ainda não tiver recebido as duas doses recomendadas para a imunização completa quando era criança e se tiver nascido depois de 1960. O Ministério da Saúde considera que as pessoas que nasceram antes dessa data já tiveram essas doenças e estão imunizados, ou já foram vacinados anteriormente.

As mulheres que pretendem ter filhos que não foram imunizadas ou nunca tiveram rubéola, devem tomar a vacina um mês antes de engravidar.


Vacina contra a hepatite B
A Hepatite B é transmitida pelo sangue e em geral não apresenta sintomas. Alguns pacientes se curam naturalmente sem mesmo perceber que têm a doença. Em outros, a doença pode se tornar crônica, levando a lesões do fígado que podem evoluir para a cirrose. A imunização contra essa doença é importante, pois ela pode causar problemas sérios, como câncer no fígado.

Há algumas décadas, o tipo B da hepatite era o mais encontrado, já que ela pode ser transmitida através da relação sexual e as pessoas não tomavam cuidado com a prevenção de doenças sexualmente transmissíveis. Depois de uma campanha de vacinação e imunização, e da classificação da hepatite C pelos médicos, ela não pode ser vista como epidemia, mas ainda é preciso tomar cuidado com essa doença.

Até os 24 anos, todas as pessoas podem tomar a vacina contra hepatite B, gratuitamente, em qualquer posto de saúde. A aplicação da vacina também continua de graça, quando o adulto faz parte de um grupo de risco. Pessoas que tenham contato com sangue, como profissionais de saúde, podólogos, manicures, tatuadores e bombeiros, ou que tenham relacionamentos íntimos com portador da doença são as mais expostas a essa doença. Fora isso, qualquer adulto pode encontrar a vacina em clínicas particulares.


Vacina contra o HPV
A vacina existe tanto para homens quanto para mulheres e previne os quatros principais tipos do Papilomavírus Humano – o HPV. Segundo o Ministério da Saúde, 137 mil novos casos de HPV são registrados por ano no Brasil. O vírus, transmitido durante a relação sexual, é responsável por 90% dos casos de câncer de colo do útero, além de provocar tumores de vulva, pênis, boca, ânus e pele.

Apesar de existir a vacina bivalente, que protege dos tipos 16 e 18 de HPV e só é aplicada em mulheres, a quadrivalente é a mais indicada, pois protege desses dois tipos citados mais os tipos 6 e 11 e também serve para os homens. A quadrivalente deve ser tomada em três doses, sendo a segunda dose após 30 dias da primeira e a terceira, seis meses depois da segunda.

A Anvisa recomenda a vacinação em pessoas dos nove aos 26 anos – em especial para aquelas que ainda não iniciaram sua vida sexual, para garantir maior eficácia na proteção. Vale lembrar, no entanto, que a vacina não dispensa o uso de preservativos na relação. O HPV possui mais de 100 tipos diferentes e a vacina protege apenas de alguns deles.



Fonte: portal Minha Vida

Sinta-se em casa e deixe seu comentário.

Share It